O Flamengo expressou sua indignação em relação à atuação da arbitragem durante o empate em 2 a 2 contra o Santos, ocorrido na última quinta-feira (9). Em uma nota oficial, o clube destacou erros significativos cometidos pelo árbitro Anderson Daronco e pelo responsável pelo VAR, Rodolpho Toski Marques, especialmente em relação à expulsão do jogador Jorginho, que ocorreu após uma revisão que durou quase dez minutos.
A primeira reclamação do Flamengo refere-se a uma entrada violenta de Barreal em Carrascal, que, segundo o clube, deveria ter resultado em expulsão. O Flamengo argumentou que a jogada foi um claro exemplo de jogo brusco, mas Daronco apenas aplicou um cartão amarelo, sem que o VAR sugerisse uma revisão.
Além disso, o clube apontou três lances no segundo tempo que considerou prejudiciais. O primeiro deles foi a revisão que levou à marcação de um pênalti e à expulsão de Jorginho, um momento que o Flamengo classificou como um recorde de interrupção na história do Brasileirão. O clube questionou a decisão, afirmando que o toque de braço de Jorginho não foi deliberado e não justificava tamanha punição.
Outro ponto levantado foi um pênalti marcado a favor do Santos, que o Flamengo acredita ter sido resultado de uma falta que não ocorreu. O clube sustentou que as imagens provam a inexistência da infração, que culminou no segundo gol do adversário.
Por fim, o Flamengo criticou a falta de consistência nas decisões da arbitragem, que variaram ao longo da partida, sugerindo que as decisões foram influenciadas pelas mudanças no placar. O clube enfatizou que as regras devem ser aplicadas de forma uniforme, independentemente das circunstâncias do jogo.
Em sua nota, o Flamengo também destacou a incoerência nas punições recebidas, apontando que, apesar de ser um dos times que menos comete faltas no campeonato, ocupa a segunda posição em cartões vermelhos. O clube reafirmou seu compromisso com a seriedade no futebol e pediu que as regras sejam seguidas com rigor e imparcialidade.
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